Qualquer pedagogia que nos emancipe para ocuparmos nosso lugar no mundo com plenitude do ser, alegria e dignidade; que, dentro da reserva do possível, busque garantir a satisfação das necessidades básicas e nos permita cultivar desejos simples, para sermos felizes sem demora e encontrarmos paz mesmo diante das adversidades e da solitude.
Uma pedagogia que torne os seres despertos, plenos, virtuosos e em harmonia consigo mesmo, com o próximo e com a natureza. Uma pedagogia que não esteja submetida a interesses excludentes, mas que reconheça a dignidade humana e contribua para que todos possam desenvolver suas potencialidades, viver com liberdade e construir uma existência verdadeiramente significativa.
Quando a educação se coloca a serviço do bem comum, sem interesses excludentes, tudo caminha melhor e passa a servir a um propósito verdadeiramente virtuoso.
Ângela S. de Oliveira
24 de agosto de 2026
Pedagoga e Advogada
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