“A boca fala do que está cheio o coração.”
Quanto mais amor colocamos em nossa humanidade empática, mais nossas palavras se tornam edificantes. A forma como nos expressamos também é uma manifestação daquilo que cultivamos dentro de nós.
A nossa boca fala do que está cheio o coração; e, se vazio estiver, aquilo que expressamos pode ser apenas a extensão do que habita em nosso mais profundo íntimo.
Aumentar nossa capacidade de amar é fazer a humanidade habitar verdadeiramente dentro de nós. A forma mais bela de expressão humana tem o amor como base, fundamento e propósito.
Por isso, nosso melhor líder precisa, antes de qualquer posição ou autoridade, carregar humanidade dentro de si. Sem humanidade, continuaremos construindo apenas meios-termos de governabilidade humana, seja qual for o posto de trabalho ou o espaço de poder ocupado.
Liderar também é cuidar. É reconhecer o outro. É compreender que nenhuma função deveria ser maior do que a dignidade humana.
Aracaju, 29 de setembro de 2026.
Ângela Santos de Oliveira
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