Para hoje, desejo que as pessoas possam ter pausas e tempo para ouvir, dentro do próprio coração, as suas verdades


A paz mora na coerência entre aquilo que sentimos, pensamos, dizemos e fazemos.

O barulho, as distrações e as tentativas de evitar a nós mesmos não trazem a paz que nasce quando nos permitimos parar e nos autoconhecer.

Esquivar-se ou ocultar aquilo que precisa ser olhado não resolve nossos dramas e dilemas. A verdade, quando pede mudança, permanece ali, batendo à porta. Fechá-la e recusar-se a ouvir não faz com que ela desapareça.

Há coisas dentro de nós que pedem coragem, cuidado e transformação.

Que possamos ter a serenidade necessária para fazer essas pausas, olhar para dentro sem medo e acolher aquilo que precisa ser compreendido e transformado.

Porque a paz no coração também é cuidado com a vida — e até os ossos agradecem quando a alma encontra um pouco de descanso.

 Ângela Santos de Oliveira

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