Não há pretensão alguma em meus textos. Eles existem porque precisam existir, como expressão espontânea daquilo que sou, penso, sinto e procuro praticar na vida.
Não copito votos, não escrevo para conquistar seguidores, tampouco para impor ideias ou formar convencimentos. Sou democracia, respeito a liberdade de pensamento e reconheço o valor do diálogo entre pessoas que pensam, sentem e agem de maneiras diferentes.
Escrevo porque sou, dentro e fora da sala de aula, professora e advogada em defesa dos direitos e das garantias individuais e coletivas. Essa atuação não se limita ao exercício de uma profissão: manifesta-se nas pequenas e grandes ações cotidianas, na maneira como trato as pessoas, na defesa da dignidade humana e no compromisso com o bem comum.
Isso é parte de mim. Não é uma estratégia de trabalho, uma busca por reconhecimento ou uma construção de imagem. É a expressão da minha consciência, dos valores que me sustentam e da fé que orienta meus passos.
Escrever é, para mim, um trabalho da alma alinhada à caridade espiritual. É permitir que aquilo que floresce no interior encontre palavras e, quem sabe, alcance outros corações, sem exigir concordância, retribuição ou reconhecimento.
Que possamos seguir incorruptíveis em nossos valores, preservando a amizade, a consideração e o apreço mútuo, mesmo diante das divergências.
Que nunca nos faltem a liberdade de ser, a coragem de expressar e a humildade de respeitar.
Sigamos com verdade na consciência, amor nas atitudes e fraternidade nas relações!
Ângela Santos de Oliveira
Comentários