O PODER PÚBLICO EXIGE CONSCIÊNCIA, ÉTICA E AMOR AO PRÓXIMO


Pessoas que carregam a maldade no coração precisam, antes de tudo, de transformação, consciência e cura interior — não de posições de liderança, sobretudo quando se trata do dinheiro público e dos serviços que pertencem ao povo.

O serviço público não é propriedade de quem ocupa temporariamente um cargo. É patrimônio coletivo, sustentado pela sociedade e destinado a atender às necessidades de todos, especialmente das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Liderar é assumir responsabilidades, não conquistar privilégios. É compreender que, por trás de cada recurso público, existe o trabalho de alguém, a esperança de uma família, o direito de uma criança, a dignidade de um idoso e a necessidade de quem mais depende do Estado.

O poder público exige consciência, ética, responsabilidade e amor ao próximo. Quem deseja servir ao povo precisa compreender que a autoridade não lhe dá o direito de se servir do povo.

Que a humanidade aprenda a transformar o coração antes de ocupar lugares de decisão. Que a honestidade seja princípio, a verdade seja direção e a justiça seja compromisso diário.

Porque o dinheiro público tem dono coletivo: o povo. E governar é servir, com respeito especial àqueles que mais precisam da proteção do Estado.

Ângela Santos de Oliveira

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