Lula fará 81 anos no próximo dia 27 de outubro. Independentemente das posições políticas de cada pessoa, há algo que me chama a atenção: ver um homem dessa idade ainda atuante na vida pública, enfrentando desafios, responsabilidades e uma rotina que exige disposição, experiência e presença.
Isso me faz pensar sobre o que fazemos com os anos que Deus nos permite viver.
Eu peço a Deus vida longa, saúde, vitalidade e sabedoria para continuar contribuindo com a sociedade enquanto eu puder. Quero envelhecer sem abandonar meus sonhos, minha capacidade de aprender, de trabalhar, de servir e de participar da construção de algo melhor para as pessoas.
E você? Tem planos para os próximos anos ou já se considera velho demais para realizar aquilo que ainda mora no seu coração?
A idade traz marcas, mas também pode trazer aquilo que nenhuma juventude consegue fabricar: experiência, memória, discernimento e sabedoria.
Talvez a vida não nos peça para esperar chegar à velhice para nos tornarmos anciãos sábios ou anciãs sábias. Podemos começar agora a construir essa sabedoria, aprendendo com aquilo que vivemos, reconhecendo nossos erros, desenvolvendo sensibilidade e entendendo que cada fase da existência pode carregar uma missão.
Envelhecer não deveria significar deixar de contribuir. Pode significar contribuir de outra maneira, com mais experiência, serenidade e consciência.
Que Deus nos permita chegar aos muitos anos não apenas com idade, mas com vida vivida, coração sensível, mente aberta e disposição para continuar fazendo o bem.
Porque enquanto houver vida, ainda pode haver propósito. E enquanto houver propósito, ainda há motivos para sonhar, aprender, servir e deixar bons exemplos pelo caminho.
Que tipo de ancião ou anciã você deseja ser um dia?
Ângela Santos de Oliveira
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